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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Invicta no MMA, brasileira assina com o UFC e fará sua estreia em card no Rio de Janeiro; veja os detalhes

Melissa Gatto vai estrear no UFC no card do Rio, em maio, contra Talita Bernardo (Foto divulgação)
Por Mateus Machado

O UFC confirmou, recentemente, a contratação de mais uma brasileira para o seu plantel de lutadoras. Trata-se da jovem Melissa Gatto, de apenas 22 anos. A atleta de Campinas (SP) vai substituir a australiana Jessica-Rose Clark e enfrentará a compatriota Talita Bernardo no card do UFC 237, marcado para o dia 11 de maio, no Rio de Janeiro.

Invicta no MMA, com seis vitórias anotadas, sendo quatro por finalização, a peso-mosca teve destaque lutando pelo evento “Nação Cyborg” – comandado pela ex-campeã peso-pena do UFC Cris Cyborg – onde obteve dois triunfos por finalização no primeiro round.

Em entrevista exclusiva à TATAME, Melissa exaltou a chance de lutar no maior evento de MMA do mundo e a oportunidade de fazer sua estreia em um evento no Brasil, que contará com grandes estrelas em ação, como José Aldo, Anderson Silva, Rogério Minotouro, além da disputa de cinturão entre Rose Namajunas e Jessica Bate-Estaca, no peso palha.

“Assinei o contrato e o sentimento é indescritível. O que eu tenho para dizer é que vou seguir dando o meu melhor sempre, buscando a vitória a qualquer custo. Estou muito feliz por estrear no meu país. Vai ser algo incrível”, festejou a atleta, que falou brevemente sob a preparação e fez elogios à adversária, Talita, que fará sua quarta apresentação no UFC.

“Vou me preparar em Curitiba para essa luta, aos comandos do mestre Vina, também ex-UFC. Eu sei que ela (Talita Bernardo) é muito perigosa no chão, que é minha especialidade, e também tem qualidades em pé. Vamos estar preparados em todos os quesitos para essa luta, podem ter certeza que vai ser uma grande batalha”, concluiu a lutadora paulista.

Fonte: TATAME

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Biografia: Jessica Andrade


Quando e por que você começou a lutar? Eu fazia judô na escola e quando estava completando o colégio fui convidada para treinar jiu-jitsu. Oito meses depois fiz a minha primeira luta profissional. Adorei e continuei. Isso foi em 2011.

Quais graduações e títulos você possui? Eu sou faixa roxa em jiu-jitsu e azul claro em muay thai.

Você tem algum herói? Minha família e meu mestre são os meus heróis.

O que significa para você lutar no UFC? Um sonho realizado. Não tem como negar que lutar no UFC é o objetivo que qualquer lutador de MMA deseja atingir.

Você fez faculdade e, se sim, no que se formou? Não, depois da escola eu fui direto para o MMA.

Qual era seu emprego antes de começar a lutar? Trabalhei em alguns lugares. Trabalhei em um 'pesque e pague' durante cinco anos, depois trabalhei em uma farmácia por alguns meses e também trabalhei como motorista de caminhão em uma fazenda.

Alguma realização específica em competições amadoras? Nada grande, mas tenho alguns troféus de futsal.

Técnica favorita de luta agarrada: Mata-leão.

Técnica favorita de luta em pé: Overhand.
• Origem do apelido: "Eu ganhei esse apelido depois de fazer um bate-estaca em uma competição de jiu-jitsu, assim que comecei no esporte. A manobra é considerada ilegal no jiu-jitsu e eu fui desqualificada por isso. Era a minha primeira competição e fiquei em uma posição difícil na luta, sem saber o que fazer. A minha primeira reação foi pegar a garota e jogá-la no chão...mas é um golpe ilegal e isso me tirou da competição. É claro que todos os meus colegas de treino e amigos acharam aquilo o máximo e começaram a me chamar de "Bate-Estaca". E você sabe como é, se você não gosta de um apelido, é esse que vai colar";

• Profissional desde 2011;

• Sete vitórias por finalização (seis guilhotinas, um mata-leão), cinco por nocaute - apenas seis de suas vitórias foram por decisão dos juízes;

• Sete vitórias no primeiro round;

Fonte: UFC

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Biografia: Juliana Lima



TREINAMENTO: Meu camp foi completo, sem lesões, e treinei três vezes ao dia. Fiz muito treino de condicionamento e estou pronta para a luta.

Quando e por que começou a treinar para lutar? Me tornei profissional em 2010. Sempre foi o meu sonho ser campeã no UFC.

Quais graduações e conquistas você possui? Tenho dez lutas no muay thai e nove vitórias. Venci vários campeonatos de jiu-jitsu.

Você tem algum herói? Em primeiro lugar, Jesus Cristo, depois meu pai e meus mestres.

O que significa para você lutar no UFC? O início de um sono.

Você fez faculdade e, se sim, no que se formou? Sou turismóloga e trabalhei durante seis anos em agência de turismo. Larguei tudo para me tornar uma lutadora profissional de MMA. 

Qual era seu emprego antes de começar a lutar? Executiva de contas.

Técnica favorita de luta agarrada: Guilhotina. 

Técnica favorita de luta em pé: Joelhadas.
• Profissional desde 2010;

• Duas vitórias por nocaute, ambas no primeiro round;

• Vencedora de quatro de suas últimas sete lutas.

Fonte: UFC

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Biografia: Polyana Viana "A Dama de Ferro"



Quando e por que você começou a treinar para lutar?  Comecei a treinar em 2013 porque meus amigos me incentivaram a começar.
O que classifica e títulos que você realizou? Eu fui 8 vezes campeão estadual de jiu-jitsu no estado do Pará, Brasil, 7 vezes campeão estadual de jiu-jitsu no estado do Maranhão, Brasil, 5 vezes campeão estadual de jiu-jitsu no estado do Tocantins, Brasil, 1 vez campeão estadual de jiu-jitsu no estado de São Paulo, Brasil, campeão mundial de jiu-jitsu em 2015 e campeão do Jungle Fight.

O que significa para você lutar no UFC? Significa a realização de um sonho, e agora que estou no UFC, vou atrás do meu próximo sonho, que é ganhar o cinturão.

Você foi para a faculdade e, em caso afirmativo, que grau você ganhou? Eu comecei a faculdade, mas desisti de seguir uma carreira como lutador.

qual era seu trabalho antes de começar a lutar?  Antes de começar a lutar profissionalmente, eu era um atendente de posto de gasolina.

Técnica de grappling favorita: o triângulo

Técnica favorita de golpes: Counter straight


Pro desde 2013
Quatro vitórias por nocaute, seis por finalização (4 armbar, 2 RNC) - terminou todas as vitórias
Nove primeiros rounds
Apelido significa "A Dama de Ferro"

Fonte: UFC

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Biografia: Claudia Gadelha



TREINAMENTO: Estou dando duro todos os dias para melhorear e nesse camp estou sendo mais inteligente. Estou me divertindo nos meus treinos na altitude de Albuquerque e acho que isso vai fazer uma grande diferença no meu condicionamento.

Quais cinturões e conquistas você já teve? Me apaixonei pelo jiu-jitsu muito cedo, eu era muito jovem.

Quais títulos e graduações você possui? Sou faixa preta em jiu-jitsu sob a tutela de Andre Pederneiras.

Você tem algum herói? Meu pai.

O que significa para você lutar no UFC? É um sonho realizado.

Você fez faculdade e, se sim, no que se formou? Sim, eu cursei Direito.

Qual era o seu emprego antes de começar a lutar? Luto desde muito cedo e foi isso que me ajudou a pagar a faculdade.

Alguma realização específica em competições amadoras? Fui três vezes campeã mundial de jiu-jitsu na faixa marrom.

Técnica favorita de luta agarrada: Mata-leão.

Técnica favorita de luta em pé: Uppercut.
• Profissional desde 2008;

• Sete vitórias por finalização (cinco chaves de braço, dois mata-leões), duas por nocaute;

• Oito vitórias no primeiro round;

• Vencedora de três de suas últimas cinco lutas;

• Possui uma vitória sobre a veterana do UFC Valerie Letourneau em 2012.

Fonte: UFC

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Cris Cyborg: Boxe


Cyborg é um apelido que se encaixa bem a Cristiane Justino. Ela não tem peças biônicas, mas possui a resistência de quem parece forjada no aço e força sobre-humana quando comparada com a das adversárias. A fala tranquila, carregada no sotaque curitibano, e a educação com que trata o próximo contrastam com a aparência bruta. Ironizada anos atrás por Dana White, Cris Cyborg virou uma das estrelas da companhia e segue imparável - em novembro, completa 11 anos de invencibilidade. Afinal, o que explica uma carreira tão vitoriosa nas artes marciais mistas, capaz de deixar especialistas em dúvida sobre a existência de alguma rival à altura para vencê-la?

Cris Cyborg (Foto: Getty Images)

A estatura privilegiada - Cyborg mede 1,73m - é notória desde que a curitibana era criança. A família sempre conta que a menina era bem maior do que as amigas. A força física não tardou a aparecer e Cyborg entrou no handebol. A carreira esportiva era questão de tempo - até que a arte marcial entrou na vida da curitibana.

Responsável por lapidar Cris Cyborg, Rudimar Fedrigo, líder da lendária Chute Boxe, em Curitiba, vê a lutadora como um misto de ingredientes que resultam em uma receita de sucesso. O técnico destaca a valentia da atleta, destemida e batalhadora desde os seus primeiros passos na equipe, conhecida por ter formado inúmeros astros, como Wanderlei Silva e Mauricio Shogun.

Cris Cyborg Lina Lansberg UFC Brasília (Foto: Getty Images)